Guarapuava/Poker - PR 5 x 2 Floripa Futsal - SC
Intelli - SP 4 x 4 Umuarama - PR
Copagril - PR 4 x 6 Concórdia - SC
Corinthians - SP 5 x 2 Joinville/Krona- SC

Paulista Mirim Interior contará com equipes de três cidades  •  Com 20 clubes, Liga Futsal acontece só depois da Copa  •  Liga Paulista de Futsal começa nesta segunda com 20 equipes  •  Fundação e Filsan recebem abertura do Paulista Mirim   •  Liga Futsal entra nas quartas de final  •    
caderno Opinião
Arbitragem sob suspeita ?!

Zé Luis Munuera

Sempre se ouviu que os grandes clubes são favorecidos pela arbitragem. Os últimos acontecimentos reforçam essa tese. O técnico PC de Oliveira do Corinthians ao ver o árbitro que apitaria o jogo de sua equipe contra a AABB, xingou o oficial, disse que ele não era digno para apitar seu jogo e conseguiu sua substituição.
O presidente da Federação Paulista, Ciro Fontão, aceitou solicitação do supervisor corintiano Laércio da Graça e mandou substituir Dionísio pelo Edinelson Eugênio, que havia apitado o jogo preliminar, na categoria juvenil.
No jogo do Santos contra o São Paulo, na Arena Santos, o ala Falcão, considerado maior astro do futsal brasileiro, atuou com o número 300 em sua camisa, alusivo à marca de gols que fez pela seleção brasileira, três dias antes. O fato é que só é permitido pela Regra do Futsal número de dois dígitos (até 99). Com uma autorização especial até poderia ser aceito.
Pra piorar, durante o jogo Falcão foi punido com cartão amarelo. O jogo estava empatado e no final o técnico Fernando Coelho Ferretti escalou Falcão como goleirolinha. Eis que Falcão desta vez entrou em quadra com seu número oficial: 12. Porém o jogador só pode voltar como goleiro com o mesmo número de camisa. O árbitro Roberto Paganini, pressionado pelo adversário, mandou o craque sair para trocar a camisa. Nesse caso a Regra determina um tiro livre indireto e cartão amarelo para o infrator. Como Falcão já havia levado amarelo seria o segundo e, portanto, deveria ser expulso. Mas isso não aconteceu, o árbitro somente o advertiu para trocar de camisa.
Esses fatos são lamentáveis. Como diria Milton Neves (Rede Bandeirantes), é o "apito amigo" presente no futsal paulista. Como pode um árbitro apitar com independência, sem favorecer esses gigantes? Será possível? Já que só é escalado quem eles gostam ou quem não sabe do que está acontecendo, aceitando as "regras desse jogo". E os adversários, como ficam nessa história?

Demais notícias

  Eventos em destaque  
 
 
     
  Publicidade  
 







 
     
 

  Jornal do Futsal
Rua Palminópolis, 115 / 36
05584-090 - Jd. Boa Vista - São Paulo - SP
Fone.: (11) 3462-8861