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caderno Placar Geral
REGRA 18 - TIRO DE CANTO

Antônio Carlos Costa de Matos (Mancha)
Árbitro da CBFS e professor de Educação Física
matosmancha@ig.com.br

1. O tiro de canto dar-se-á sempre que a bola ultrapassar inteiramente a linha de meta, excluída a parte compreendida entre os postes e sob o travessão de meta, quer pelo solo, quer pelo alto, após ter sido jogada ou tocada pela última vez por um atleta que estiver na defensiva. O tiro de canto deverá ser executado sempre do canto mais próximo de onde saiu à bola pela linha de meta.
2. O tiro de canto será executado por um atleta da equipe adversária, com o uso dos pés, exclusivamente. O executor do tiro de canto deverá ter uma parte do pé apoiada no solo, podendo pisar em parte da linha lateral ou de meta, ou ainda do lado de fora.
3. Inobservadas pelo executante, quaisquer das condições exigidas para o tiro de canto, exceto os 4 (quatros) segundos, o atleta será advertido verbalmente e a cobrança repetida e na reincidência o atleta será penalizado com cartão amarelo.
4. A bola estará em jogo assim que o tiro de canto for executado de acordo com esta regra e a bola movimentada.
5. Poderá ser feito um gol diretamente de um tiro de canto somente contra a equipe adversária. Se um atleta executar o tiro de canto contra a meta da equipe adversária e a bola penetrar na mesma, tocando ou não em qualquer atleta, o tento será válido.
6. Quando da cobrança de tiro de canto, os atletas adversários deverão respeitar a distância mínima de 5 (cinco) metros de distância da bola.
7. Na execução do tiro de canto é suficiente que a bola esteja apoiada no solo, colocada sobre as linhas demarcatórias onde se unem as linhas laterais e de meta, podendo mover-se levemente.
8. Se um atleta chutar a bola contra sua própria meta e a bola penetrar na mesma diretamente, o tento não será válido. O árbitro determinará que a partida seja reiniciada com a cobrança de tiro de canto a favor da equipe adversária. Se a bola tocar em qualquer atleta e penetrar na meta, o gol será válido.
9. Se um atleta demorar mais de 4 (quatro) segundos para executar o tiro de canto, o árbitro determinará a perda de posse de bola e a partida reiniciada com a cobrança de um tiro livre indireto a favor da equipe adversária, no mesmo local, isto é no vértice ângulo formado pela linha lateral com a linha de fundo.
10. Se um atleta chutar a bola e tocar na mesma uma segunda vez antes de qualquer outro atleta, sua equipe será punida com a cobrança de um tiro livre indireto no exato lugar onde se encontrava a bola.


RECOMENDAÇÕES:

Se o atleta ao executar o tiro de canto, chuta a bola diretamente para a fora da quadra, cobra com o pé dentro da quadra ou com a bola fora do local, o árbitro deverá mandar repetir a cobrança e advertir verbalmente o atleta e na reincidência aplica o cartão amarelo e sempre manda repetir a cobrança.


COMENTÁRIOS À REGRA:

Os árbitros devem observar com muito cuidado, no tiro de canto as seguintes situações: No tiro de canto se o atacante chutar a bola para a meta adversária e a mesma entrar diretamente ou tocando em qualquer atleta, inclusive o goleiro, o tento será válido, mas se for contra a sua própria meta e a bola entrar diretamente o tento não será válido. E se a bola tocar no goleiro ou em qualquer atleta, o tento será válido.
Muitas equipes ao invés de cobrar o tiro de canto, deixam ultrapassar os quatros (4) segundos para que o árbitro de reversão, assim a equipe deverá cobrar um tiro livre indireto no local da cobrança do tiro de canto dificultando muitas vezes a ação do defensor
.
 


Sobre o colunista

Nome: Antonio Carlos Costa de Matos
E-mail: matosmancha@ig.com.br ou matosmancha@superig.com.br

ESCOLARIDADE:
Superior, Universidade de Santo Amaro - UNISA. Educação Física.
Superior, Universidade Nove de Julho - UNINOVE. Pedagogia, Administração e Supervisão.

CURSOS:
Técnico de Futsal, pela Federação Paulista de Futebol de Salão.
Arbitragem, pela Federação Paulista de Futebol de Salão.
Técnico em Voleibol e Basquete na UNISA.
Informática: Windows, Word, Excel, PowerPoint.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:
Professor de Educação Física, efetivo, desde 1982 na rede Municipal de São Paulo, em exercício.
Professor de Educação Física efetivo, desde 1982 na rede Estadual de São Paulo, afastado, na Diretoria de Ensino Sul 2 como Assistente Técnico Pedagógico de Educação Física desde 1998.
Ex, Árbitro da Federação Paulista de Futebol de Salão.
Técnico Futsal das Molas Suedem Campeão Paulista e Estadual
Técnico Futsal categorias menores do Açaí Clube.
Ex, árbitro da Confederação Brasileira de Futebol de Salão.
Ex, árbitro da Confederação Panamericana de Futebol de Salão.
Professor das Escolas de Oficiais de Arbitragem e Técnico de Futsal, desde1987.
Ministro cursos para Associação Crista de Moços, ACM.
Ministro cursos para o Serviço Social do Comércio SESC.
Professor dos Cursos de Extensão Universitária das Faculdades Metropolitana Unidas, FMU.
Professor dos Cursos de Extensão Universitária da Universidade Cidade de São Paulo Unicid.
Consultor técnico de Regras no Jornal do Futsal.
Site do Jornal do Futsal, www.jornaldofutsal.com.br

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